A versão final e completa do Windows 7 ficou pronta no final de julho e cópias foram enviadas para os fabricantes de PC pudessem testar o novo sistema operacional e também instalá-los nas máquinas que começariam a ser vendidas a partir de 22/10, data do lançamento oficial do software. No início de setembro, usuários corporativos da plataforma também receberam cópias para teste.
Cada uma dessas cópias possui um número de ativação por contrato de volume (cada número representa a ativação para uma determinada quantidade de máquinas). A chave de ativação é a garantia de que o usuário adquiriu um produto legítimo(original).
Com esses novos sistemas de segurança que foram desenvolvidas pela Microsoft para o Windows 7, a Microsoft é capaz, agora, de melhor controlar essas chaves e também quais possam ter sido desviadas (ou até mesmo roubadas) durante este período e assim impedir que o sistema operacional possa ser atividao. “Mesmo que o software apareça como ativado, em algum momento durante as primeiras utilizações será necessário validar o Windows. Daí em diante, o sistema não irá funcionar corretamente”, explica o diretor de produtos de consumo e online da Microsoft Brasil, Osvaldo Barbosa Oliveira.
Mas a briga ainda nao para por aí. Uma das técnicas usadas por quem comercializa cópias não originais do Windows consiste em alterar algumas funções e fazer com que o sistema operacional acredite que a cópia já foi ativada.
Porém, a recém criada tecnologia de validação, permite que o Windows 7 faça uma autoverificação para se assegurar que o código não tenha sofrido alterações. Caso alguma divergência, o software automaticamente mudará seu status para “não genuíno” e passará a não funcionar corretamente.