abr
09
2010
0

Teste de ‘Need for speed world online’ está aberto por quatro dias

Fãs devem realizar cadastro no site oficial.
Título de corrida on-line é exclusivo do PC.

Desde a noite de quarta-feira (07/04), a Electronic Arts disponibilizou para todos os usuários a fase de testes beta do game de corrida on-line “Need for speed world online”. O período da abertura dos servidores é curto, funcionando até domingo (11/04).

Os fãs devem entrar no site oficial, e se cadastrarem depois é seguir as instruções para poder baixar o game e poder se divertir. No domingo, os servidores serão fechados e não há previsão de nova abertura para testes.

“Need for speed world online” será lançado exclusivamente para o PC primeiro no Oriente. Nele, os gamers poderão interagir com outros jogadores, criar seus carros e pode melhorá-los com os prêmios em dinheiro recebidos ao vencer uma corrida.

Fonte: G1

abr
08
2010
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Pela primeira vez, acesso a web em casa supera lan houses no Brasil, diz estudo

36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador. Conexão a internet está presente em 27% dos lares.

Pela primeira vez, os brasileiros acessaram a internet com mais frequência em suas casas do que nas lan houses do país, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (06/04) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A quinta edição da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios) aponta que 48% dos acessos em 2009 foram feitos em casa e 45% em lan houses. Em 2008, 47% dos entrevistados afirmaram utilizar o centro pago para se conectar, índice superior aos que acessam de casa, que foi de 43%.

O estudo indica ainda que 36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador – em 2008, o índice era de 28%. O acesso a internet, porém, está disponível em 27%, sete pontos percentuais a mais do que em 2008.

“Apesar do menor número no total Brasil, o papel desempenhado pelos centros de acesso tanto pagos como gratuitos, continua sendo de extrema importância para a inclusão digital, principalmente na área rural”, disse Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

O número de lares com computador atingiu seu maior nível desde o início da pesquisa, mas o acesso à rede não acompanhou o aumento. Isso se deve porque há muitos lares com PC em casa, mas eles não tem acesso à internet por conta do alto custo do serviço. A pesquisa do NIC.br tambem nos revelou que a banda larga está presente em 66% das residências com conexão à internet.

A TV está presente 98% das residências pesquisadas, o rádio em 86% e o celular em 78%. A pesquisa realizada com 21.498 entrevistas, entre 21 de setembro e 27 de outubro do ano passado, contempla pela segunda vez a área rural do país.

O comércio eletrônico cresceu três pontos percentuais de 2008 para 2009, passando de 16% para 19%. A consulta de preços na internet subiu de 44% para 52%. De acordo com a pesquisa, o principal fator que impede um crescimento maior no setor é a motivação cultural do brasileiro. Cerca de 56% dos entrevistados afirmaram que preferem comprar um produto pessoalmente, pois preferem vê-lo antes de efetuar a compra. Ao mesmo tempo, 39% afirmam não ter necessidade ou interesse de comprar on-line, 26% alegam se preocupar com segurança.

Fonte: G1

mar
31
2010
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Microsoft divulga correções para 10 falhas críticas no IE

Atualização combate uma brecha que tem sido explorada por crackers há semanas.

Como previsto, a Microsoft liberou ontem (30/03/2010) um pacotão de correções para o seu navegador Internet Explorer, com o objetivo de acabar com dez vulnerabilidades consideradas críticas. Uma delas, inclusive, tem sido explorada por crackers ja há algumas semanas.

Essa abertura para crackers, que é classificada como um vulnerabilidade de dia zero, foi informada à Microsoft por uma empresa de segurança da China antes mesmo de ser explorada pelos criminosos da Internet, mas a microsoft não conseguiu liberar uma correção rapidamente.

De qualquer forma, a Microsoft acelerou seu calendário de correções, liberando esta atualização de emergência duas semanas antes do previsto, por conta do grande volume de ataques a versões mais antigas do Internet Explorer.

O pacote de atualizações MS10-018 tem como alvo as versões IE6 e IE7 (que a Microsoft gostaria de esquecer, mas que muitos internautas continuam usando). Oito das brechas afetam a versão 6 do navegador e sete atingem a edição 7. Mas usuários do IE8 também devem atualizar seus browsers, já que três falhas (duas consideradas críticas) afetam tambem essa versão. 


O pacote MS10-018 pode ser baixado via Microsoft Update ou no site da Microsoft.

Fonte: ComputerWorld

mar
29
2010
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Cerca de 30% dos ataques na web partem da China, segundo Symantec

Relatório da Symantec aponta origem de vírus e códigos maliciosos no mundo inteiro.  21,3% dos ataques saem da cidade chinesa Shaoxing.
 


Mapa indica principais fontes de ataques na web

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Um relatório divulgado pela grande produtora de software de segurança Symantec afirma que quase 30% dos ciberataques partem da China, sendo 21,3% da mesma cidade, Shaoxing. Os números do documento são referentes a março.
Depois da China (28,2%), vem a Romênia, com 21,1% dos ataques, e Estados Unidos, com 13,8%. Entre as cidades, Taipei fica em segundo lugar (16,5%) e Londres em terceiro (14,8%).

O relatório ainda traz outras informações sobre ataques na internet. Em março, um em cada 358,3 e-mails enviados tinha vírus e um em cada 513,7 caracterizavam phishing – levavam a sites falsos para tentar obter informações do usuário. O documento tambem aponta ainda os tipos de extensões mais comuns nas mensagens trocadas pela web: arquivos .xls e .doc representam 15,4% cada um. Depois, vêm .zip (11,2%), .pdf (10,7%) e .exe (6,7%). 

Origem de grande parte dos ataques praticados pela internet, a China tem o maior número de internautas no mundo: 384 milhões. Desde janeiro, o país está envolvido em polêmica com o Google. A empresa afirmou que detectou ataques cibernéticos originados na China em sua infraestrutura que resultou no roubo de propriedade intelectual. O Google disse ainda que mais de 20 outras empresas foram infiltradas.

A China censura boa parte do conteúdo da web. Na semana passada, três provedores no Chile e um na Califórnia estavam impedindo seus usuários de acessar os sites YouTube, Facebook e Twitter. Ao que tudo indica, o responsável pelo problema foi o polemico programa de censura da internet chinesa, o “Escudo Dourado”, que impede os internautas chineses de acessarem tais endereços.

Fonte: G1

mar
26
2010
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Google encontra poucos aliados em batalha contra a China

Apenas a “GoDaddy.com” seguiu o Google no protesto contra a censura. Esta semana, companhia direcionou seu serviço de busca para Hong Kong.

Logotipo do Google em frente ao prédio da empresa em Pequim recebeu  flores e velas depois da decisão de não censurar conteúdo das buscas.

O Google usou a liberdade da internet como lema em seu confronto com a China. Mas o silêncio ensurdecedor na arena empresarial dos Estados Unidos destaca até que ponto o Google parece estar isolado em um esforço para mudar as regras do maior mercado mundial de internet.

Até entao apenas a GoDaddy.com seguiu o exemplo do Google no protesto contra as políticas chinesas de censura. A companhia de hospedagem e registro de domínios anunciou na quarta-feira (24/03/10) que não mais registraria nomes de domínio na China, devido às novas regras que requerem que recolha fotos de seus clientes.

A decisão da GoDaddy, mais famosa por seus comerciais de duplo sentido do que pela defesa da liberdade da internet, contrasta acentuadamente com a resposta anêmica de outras empresas.

Microsoft, Yahoo e outros costumam alardear os princípios de liberdade da internet, mas nenhuma delas seguiu diretamente o apelo do Google pelo fim da censura à web na China. E, excetuada a GoDaddy, nenhuma outra companhia de tecnologia deu a entender que mudará suas práticas de negócio na China a fim de protestar contra a regulamentação e as restrições que existem naquele mercado.

“A China é um mercado muito importante”, disse Jim Frieland, analista da Cowen and Co. “Qual é o incentivo para que um governo ou outra empresa se alie ao Google? Não existe incentivo, e é por isso que não vimos uma atitude como essa”.

A dificuldade do Google em conquistar aliados pode ser reveladora dos desafios que o maior serviço mundial de buscas tem pela frente na China, já que o passado prova que se torna mais fácil negociar com o governo chinês caso uma empresa conte com amplo apoio.

No ano passado, uma campanha coordenada de organizações setoriais e do governo dos EUA levou a China a abandonar o controvertido plano de impor aos fabricantes de computadores a instalação de um software especial de filtragem de dados chamado Green Dam nas máquinas vendidas no país.

Mas o governo dos EUA parece ter decidido se manter afastado, desta vez, e definiu a decisão do Google como “assunto de negócios” no qual Washington não tem influência. No entanto, o Departamento de Estado anunciou que continuaria discutindo com Pequim a liberdade da internet.

Diferente do episódio Green Dam, a posição do Google sobre censura não é uma causa que muitas empresas de tecnologia queiram aderir publicamente.

Grandes parte delas têm muito mais negócios e ativos substanciais na China, como fábricas e armazéns, que o Google e por isso têm muito mais a perder.

Analistas estimam que os negócios do Google na China contribuem com modestos 1% a 2% do lucro líquido anual da empresa de US$ 6,5 bilhões. Enquanto isso, a GoDaddy afirma que a China contribui com menos de 1% da receita de US$ 1 bilhão que espera gerar este ano.

“O governo chinês e o Partido Comunista têm uma habilidade única em influenciar empresas de uma maneira que podem tornar muito difícil para elas fazerem negócios em um mercado”, afirmou uma fonte de um grupo de negócios que pediu para não ser identificada. “Então as companhias estrangeiras têm que ser muito cautelosas sobre como se pronunciam.”

O Google anunciou em janeiro que não vai mais censurar seus resultados de buscas na China, após ter afirmado ter sofrido um sofisticado ciberataque originado no país e que teve por intenção acessar contas de e-mail de ativistas chineses de direitos humanos.

Esta semana, depois de negociações infrutíferas com o governo chinês para operar um mecanismo de busca sem censuras na China, o Google encerrou a operação do Google.cn e redirecionou o tráfego de internautas para um site não mediado baseado em Hong Kong.

O Google pretende manter algumas operações em território chinês, incluindo pesquisa e desenvolvimento e equipe de vendas, mas o governo pode tornar mais complicado para a empresa.

Um exemplo, a China pode não permitir que o Google renove sua licença de internet, que segundo informações da mídia acabara em um mês.

Fonte: G1

mar
22
2010
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Governo chinês acusa Google de ser ferramenta política dos EUA

Mais uma da Historia da China e o Google desta vez a Agência oficial de notícias da China criticou atuação da empresa.  Jornal local diz que Google anunciará nesta segunda a saída do país,

O governo chinês fez duras acusações ao Google em editoriais da agência de notícias oficial Xinhua, publicados neste fim de semana.

Nos textos publicados, a empresa é acusada de ser usada como ferramenta política dos Estados Unidos. Segundo o governo chinês, o Google mantém ligação com os serviços de inteligência americanos, fornecendo inclusive informações sobre no país.

Os editoriais acusam o Google de se infiltrar na cultura local para impor valores americanos, exportando “cultura, valores e ideias”. Um dos textos diz ainda que o Google afirma injustamente que a China apoia os ataques de hackers à empresa.

Em comentário assinado por três colunistas, a agência também tentou defender a censura à internet pelo governo chinês, que o Google mencionou como um dos motivos para que o maior serviço mundial de buscas possa sair da China.

“É injusto que o Google tente impor seus valores e padrões à regulamentação da internet na China, que tem tradições, culturas e valores veneráveis,” acrescentaram os jornalistas.

O impasse entre o governo chinês e a gigante das buscas se arrasta há meses. Em janeiro, o Google e outras empresas foram vítimas de ciberataques supostamente feitos por hackers chineses. A empresa anunciou que não aceitaria mais a censura imposta pelo governo para as buscas feitas no país e pode deixar o mercado chinês.

Segundo o jornal local “China Businnes News”, a empresa deve anunciar nesta segunda-feira (22/03/10) sua saída da China, que ocorreria no dia 10 de abril. O Google não comentou a afirmação, publicada no jornal na semana passada.
O Google é o segundo maior site de buscas na China, atrás do site local Baidu. Recentemente, a Microsoft anunciou que, caso o Google deixe o país, não seguirá o mesmo caminho.

Fonte: G1

mar
19
2010
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Google vai deixar a China em abril, diz jornal

‘China Business News’ disse que Google deixara país em 10 de abril. Gigante tecnológico não comentou a informação.
O jornal econômico “China Business News” assegura em sua edição desta sexta-feira (19/03) que o gigante tecnológico Google anunciará na próxima segunda-feira (22/03) seus planos para abandonar seus negócios no país asiático após dois meses de brigas com a censura do regime de Pequim.

Segundo o jornal, o Google abandonará seus negócios na china (Google.cn) no próximo dia 10 de abril, e cita como fontes um empregado e um agente de vendas do Google, que pediram anonimato, e atuariam no gigante asiático, o maior mercado de internet do mundo, com 384 milhões de usuários.

Os porta-vozes do Google na China foram procurados, mas não estavam disponíveis para comentar a materia publicada.

No dia 12 de janeiro, a empresa acusou Pequim de estar ligado aos ataques sofridos por dissidentes políticos, empresários e jornalistas em contas de e-mail hospedadas em seus servidores, e ameaçou abandonar o país asiático, caso o regime não retrocedesse em sua censura na internet.

O regime chinês, que negou sua participação nos ataques, censura conteúdos relacionados com temas “delicados”, como o massacre de estudantes da Praça da Paz Celestial, a repressão no Tibete e Xinjiang

A censura corresponde, além destes conteúdos políticos, à pornografia, que prolifera na maioria dos portais locais.

Fonte: G1

mar
18
2010
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Google lança aplicativo do Orkut exclusivo para celulares Android

Smartphones Android com a versão 1.6 ou superior, a partir de hoje (18/03) poderao instalar um aplicativo do Orkut exclusivo. A notícia foi divulgada no blog da rede social.

Alguns telefones com o sistema operacional para celulares desenvolvido pelo Google já vem com uma espécie de atalho para o Orkut, que abre uma página web e o usuário acessa como se fosse de um desktop. No entanto, esse aplicativo permite uma maior integração com o celular.

Dentre as funções do programa está a atualização de contatos com a lista de amigos do Orkut , o envio de fotos de álbuns já gravados no celular para os álbuns do perfil na rede social e avisos de recados recebidos, quando o celular estiver conectado à internet.

O programa estará disponível na Android Market, acessível apenas por celulares com o sistema operacional, e através de um QR Code, disponível no blog do Orkut. O usuário, nesse último caso, deverá ter uma espécie de leitor desse tipo de código e aproximar a câmera de celular da imagem.

Fonte: UOL Tecnologia

fev
19
2010
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Google Buzz já enfrenta processo judicial

Processo judicial contra a google questiona falhas de confidencialidade do novo produto da gigante.
Serviço é uma espécie de Twitter turbinado no e-mail.

Lançado na semana passada, o Google Buzz nao uma recepçao boa, ao contrario pois já é alvo de uma ação coletiva que questiona falhas de privacidade no novo serviço, apresentada esta semana em um tribunal federal na Califórnia, de acordo com o “San Francisco Chronicle”.

A ação em nome de Eva Hibnick, uma moradora da Flórida, visa incluir todos os 31,2 milhões os usuários do Gmail como potenciais reclamantes, publicou o site “Ars Technica”.

Pelo menos em alguns casos, na primeira vez em que o usuário se conectou ao Google Buzz, a funcionalidade que permite seguir e ser seguido por contatos pessoais do Gmail foi acionada automaticamente. Com isso, a lista de contatos dos usuários ficou acessível ao público em geral.

“Imagine se uma mulher descobre uma tonelada de e-mails e bate-papos de seu marido com uma antiga namorada. Imagine um patrão descobrir a troca de e-mails de um subordinado com executivos de uma empresa concorrente”, questionou o site “Business Insider”, logo após o lançamento do Buzz.

Na semana passada, o Google anunciou que fez modificações no Buzz, após receber queixas dos internautas sobre a falta de proteção da confidencialidade de sua correspondência. Entre as mudanças feitas está a aplicação de uma opção mais visível para não mostrar no perfil do usuário a lista de quem ele segue ou a de seus seguidores.

A companhia divulgou ainda que vai oferecer a possibilidade de bloquear os seguidores.

“Esses problemas surgiram porque o Google tentou superar sua desvantagem no mercado em relação ao Twitter e ao Facebook, fazendo uma utilização secundária dos seus dados sem permissão”, disse Kurt Opsahl, da EFF, (entidade de defesa dos direitos digitais), ao “Ars Technica”, acrescentando que a gigante da internet deve fazer com que o Buzz seja totalmente “opt-in”(possibilidade de escolher se quer ou nao)

Fonte: G1

Written by lincoln in: Internet | Tags:, ,
fev
18
2010
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Google corrige brecha poderia ser usada por hackers

Bug no portal de acesso móvel do buscador tinha o poder de permitir o controle de contas de usuários do novo serviço do Google.

O Google reparou uma falha que poderia dar a hackers o acesso e o controle de contas do Buzz, espécie de agregador de redes sociais que funciona dentro do serviço de e-mail Gmail.

A brecha foi reparada nas últimas horas da terça-feira (16/02/2010), pouco depois de ser divulgada em um blog sobre hacking mantido pelo CEO da SecTheory, Robert Hansen.

O bug estava no site m.google.com, usado pelo Google Buzz para acesso móvel, e poderia ser explorado por hackers para controlar as contas Buzz de outras pessoas.

Falha comum:
Este tipo de falha, conhecido como erro de script em sites cruzados (cross-site scripting error, em inglês), é comum, mas pode ter sérias consequências em sites muito usados como o do Google.

Além de tomar o controle de contas Buzz, os invasores poderiam explorar a falha para criar páginas falsas (phishing) difíceis de detectar, com base no domínio Google.com.

Em uma mensagem de e-mail enviada nesta quarta-feira (18/02/2010), o Google confirmou que o bug foi reparado. O porta-voz da empresa, Jay Nancarrow, afirmou que a empresa “não tem registro de que a vulnerabilidade tenha sido explorada ativamente”.

Lançado na semana passada, o Google Buzz tem tido uma recepção dura. No fim de semana, a empresa foi forçada a aplicar mudanças ao serviço depois que usuários reclamaram que informações potencialmente sigilosas eram publicadas automaticamente para uma lista dos contatos do Gmail mais próximos.

Fonte: PC World

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